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1963, depois de uma disputa acirrada, conseguiu o primeiro acesso à divisão de
elite do futebol mineiro, concorrendo contra as maiores forças do Estado de Mi-
nas Gerais, como Cruzeiro, Atlético e América de Belo Horizonte.
Na década de 1970, o departamento técnico do Nacional inovou, mantendo
uma prática muito comum nos Estados Unidos: aproveitava os estudantes uni-
versitários, especialmente aqueles que vinham de outras cidades, para compor o
elenco, chegando a conceder bolsas de estudos aos jogadores. É comum encontrar
ex-atletas do Nacional que se tornaram odontólogos, engenheiros, professores e
profissionais liberais. Aquele foi um período em que esteve na divisão principal do
Estadual Mineiro, com uma das mais poderosas esquadras de toda a sua história.
O Nacional disputou a divisão de elite do Mineiro em 1972, 1983, 1997 e
em 2001. O último título conquistado foi o Campeonato Mineiro da 2ª Divi-
são, em 2013, que lhe garantiu o acesso à 1ª Divisão do Campeonato Mineiro.
Atualmente, disputa competições sub-17 e sub-20, amador de Uberaba, além do
futebol feminino.
A torcida espera ansiosa os reforços para as próximas competições do Campes-
onato Mineiro, ou para o futebol brasileiro, e retomar as antigas conquistas que
projetaram a equipe na cidade, a fim de relembrar aquelas alegrias que lotavam os
estádios nas principais competições que disputou.
Esta pesquisa visa retomar aspectos históricos da trajetória do Nacional, des-
de os antigos triunfos até os atuais, além de exaltar velhas lendas da cidade de
Uberaba, assinaladas nos depoimentos. As suas batalhas em campo permitiram o
desenvolvimento da trajetória histórica do tradicional clube.
É impossível retratar todos os esportistas de destaque do Nacional nesta
Revista. Contudo, os poucos nacionalistas reconhecidos manifestaram, através de
suas opiniões e de sua história, a importância de todos os jogadores, torcedores
e administradores do time, a quem o próprio lançamento desta Revista pretende
homenagear.
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